No segundo dia de Missão, os participantes se deslocaram de Nienburg para Koln (Colônia) pelas estradas do interior da Alemanha. O trajeto evidenciou as deficiências de infraestrutura do Brasil. Eles destacaram que mesmo as estradas mais simples e de menor fluxo, têm um cuidado que permite que haja movimento de automóveis e cargas sem nenhum problema. Além disso, a Autobahn que leva até Colônia é uma estrada moderna, de quatro pistas em cada sentido, que permite que os ônibus se desloquem com segurança a 100km por hora, assim como os caminhões de carga. Por outro lado, é notório que o transporte preferencial de passageiros e cargas não se dá pelo modal rodoviário, mas sim através de ferrovias que estão presentes em todos os espaços do território alemão.               
Os participantes ressaltam que a partir do conhecimento das cidades alemãs, fica evidente que o grande problema do Brasil não é de falta de recursos, mas sim falta de gestão. No país, produtos de excelente qualidade vendidos num supermercado de uma cidade pequena são mais baratos do que no Brasil e até mesmo do que no Free Shop, onde não há incidência da carga tributária brasileira.

Colônia, cidade visitada pela comitiva, é a maior concentração de brasileiros residente no país. Colonizada pelos romanos, a herança histórica e a imensa catedral se constituem no maior apelo turístico da cidade. Durante a 2ª Guerra Mundial, as edificações no entorno da catedral forma destruídas, no entanto, a construção ficou inabalada. Há quem diga que não destruí-la foi estratégico para as tropas aliadas, pois os mais 150 metros de altura de suas torres eram uma grande referência de localização no teatro de operações militares, tanto pelo ar, quanto na navegação pelo rio Reno.

Em passagem pela cidade de Minden, destaca-se um reservatório de óleo que, em eventualidades, poderá abastecer a Alemanha por 90 dias. Após, os Administradores partiram de Hanover à capital alemã, Berlim, em um trem de alta velocidade, 225 km/h. Na oportunidade, visitaram o Muro de Berlim, Ministério da Aviação, entre outros pontos turísticos da cidade.

Os Administradores ressaltam a infraestrutura viária e mobilidade urbana, por meio da central de trens e metrôs é possível chegar até as principais cidades da Alemanha de forma rápida e com baixo custo. Os trens que viajam a mais de 250km/h permitem uma grande otimização de tempo tanto para residentes em atividades de trabalho, quanto aos turistas. Em relação às diferenças históricas entre a parte oriental e ocidental, elas já estão diluídas e são percebidas apenas pelos aspectos arquitetônicos como pedaços do muro de Berlim e o Portão de Brandenburg.