Em visita ao Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul (CRA-RS), o presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Adm. Mauro Kreuz, participou de reunião na última terça-feira, 3, sobre o novo processo eleitoral que está em vigor, onde reforçou que as ações do CFA junto ao Conselho foram apenas no âmbito das eleições.

O objetivo do encontro, que contou com a presença da diretoria do CRA-RS composta pelos conselheiros regionais Adm. Helenice Reis (VP de Relações Externas); Adm. Izabel Lopes (VP Financeira); Adm. Bruno Ely (VP de Fiscalização e Registro); Adm. João Alberto Gonçalves (VP Institucional);  do Adm. Sérgio Rauber (VP Administrativo); e da presidente do CRA-RS, Adm. Claudia Abreu, e também dos conselheiros federais, Adm. Cláudia Stadtlober e Adm. Rogério Bohn, foi alinhar questões de natureza estratégica e institucional, além de verificar o trabalho que está sendo desempenhado pela Comissão Permanente Eleitoral (CPE/CFA) na correção das inconsistências do colégio eleitoral.

“É preciso ressaltar que a intervenção realizada pelo CFA foi única e exclusivamente no processo eleitoral”, afirmou o presidente, evidenciando a união de esforços para que a nova eleição ocorra no dia 15 de dezembro, conforme calendário divulgado. “As inconsistências foram corrigidas para que os Administradores possam exercer seu direito ao voto em um clima de segurança democrática e também técnica”, reforçou.

Além disso, o presidente explicou que as eleições previstas para o dia 15 de dezembro tratam-se de um novo processo eleitoral, pois a jurisprudência exige que seja dessa forma. “Para que não restem dúvidas, o pleito anterior foi cancelado e não suspenso. Sendo assim, novas chapas podem participar desse processo eleitoral.” 

Nesse contexto de esclarecimentos, segundo Kreuz, é fundamental que fique claro que “não há nenhuma evidência anômala na gestão do CRA-RS que suscite ou justifique outras medidas por parte do Conselho Federal.” Dessa forma, seu desejo é de que nenhum profissional registrado se sinta prejudicado pelo novo processo eleitoral, mas sim preservado, pois o propósito é garantir que todos exerçam plenamente seu direito democrático de votar e cumprir seu papel profissional de atuar ativamente dentro do sistema político do seu conselho.

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