Um estudo feito pelos organizadores do Encontro de Empresas Familiares (ENEF), entre eles Dr. Werner Borholdt, levantou alguns dados sobre a representatividade desse tipo de empresa no Brasil, como por exemplo, 40% do PIB brasileiro é gerado por Empresas Familiares. Essas organizações possuem um grupo com laços sanguíneos e afetivos que possibilitam um suporte emocional e estratégico para os negócios.
 
Como as demais empresas, os grupos familiares possuem seus prós e contras. Para a Coordenadora e Professora do curso de Administração do Campus Universitário de Nova Prata, Adm. Rosecler Maschio Gilioli, as companhias familiares são importantes para a região que se encontram, pois geram empregos e, consequentemente, aumentam o PIB local. “Porém, a mortalidade das empresas familiares no Brasil também é muito elevada. Se os executivos e/ou proprietários das empresas familiares não tiverem uma postura de atuação ativa para o crescimento, neutralização de conflitos, desenvolvimento e perpetuação de suas empresas, o resultado pode ser bastante desagradável”, destaca. 
 
As oportunidades oferecidas pelas empresas familiares podem ser aproveitadas pelos estudantes de Administração (mesmo aqueles que não são da família) para desenvolver suas habilidades técnicas, comportamentais e de gestão. “Os acadêmicos buscam oportunidades nestas empresas principalmente por se ter uma presença expressiva no Rio Grande do Sul. Eles encontram nelas uma oportunidade para desenvolver suas competências”, explica. 
 
Confira o ranking das cinco maiores empresas familiares brasileiras:
 
• 1ª. Itaú Unibanco, 68 anos, família Moreira Sales;
• 2ª. JBS, 63 anos, família Batista;
• 3ª. Odebrecht, 72 anos, famílias Odebrecht e Gradin;
• 4ª. Metalúrgica Gerdau, 115 anos, famílias Gerdau Johannpeter;
• 5ª. Votorantim, 98 anos, família Moraes.